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A capacidade do estádio está caindo. Agora, por determinação da FIFA, os estádios têm de equipar-se com cadeiras em todos os setores. Dessa maneira, apenas 35 mil torcedores poderão assistir aos jogos do Boca quando todas as cadeiras estiverem postas. O impressionante é que o clube possui mais de cem mil sócios. Problema certo para a diretoria do clube portenho!
Crédito da fotografia: Bruno Victor Dela Páscoa Toranzo
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O estádio do Boca Juniors parece uma panela de pressão! Existe uma interação muito grande do público com a partida. Os torcedores ficam muito próximos do gramado, sendo realmente o décimo segundo jogador do time do Maradona. Lindo "La Bombonera".
Crédito da fotografia: Bruno Victor Dela Páscoa Toranzo
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Patriotismo de geração para geração
POR Bruno Victor Dela Páscoa Toranzo
Com a memória de Perón na defesa das instituições argentinas das garras capitalistas, de Carlos Gardel na arte do tango, de Che Guevara na luta pela libertação e de Maradona em outra arte, a dos pés, os argentinos se orgulham de sua nação. São patriotas. São nacionalistas. E não só em época de Copa do Mundo, como nós, brasileiros, mas durante todo tempo e em qualquer área que seja, especialmente no campo político.
Grande parte da população é politizada. Tem consciência de seus direitos e se sente ofendida quando esses direitos são violados. Reage com extremismo muitas vezes. Mas reage. Não fica passiva diante de injustiças ou desrespeito de quem quer que seja. Se o governo aumentou a tarifa de ônibus e a renda não subiu na mesma proporção, tenha certeza que virá a resposta da sociedade argentina. Se o político roubou ou nada contribuiu depois de eleito, esteja certo que impune não ficará.
Essa marca fiscalizadora só é possível pela união do povo. São muito unidos. Nas cidades próximas à de Buenos Aires, como Haedo e Morón, os vizinhos se ajudam. É comum os residentes de algum bairro se unirem para reconstruir a casa de um vizinho que foi destruída por um incêndio. Existem também diversas associações de ajuda aos argentinos mais necessitados que realmente funcionam e contribuem para uma realidade melhor.
Dessa maneira, a violência não encontra espaço. O índice de criminalidade é reduzido, imensamente menor que o brasileiro. É difícil os noticiários mostrarem roubos ou homicídios. As manifestações estão muito mais presentes e algumas vezes extrapolam para a violência, precisando de repressão policial para contê-las.
POR Bruno Victor Dela Páscoa Toranzo
Com a memória de Perón na defesa das instituições argentinas das garras capitalistas, de Carlos Gardel na arte do tango, de Che Guevara na luta pela libertação e de Maradona em outra arte, a dos pés, os argentinos se orgulham de sua nação. São patriotas. São nacionalistas. E não só em época de Copa do Mundo, como nós, brasileiros, mas durante todo tempo e em qualquer área que seja, especialmente no campo político.
Grande parte da população é politizada. Tem consciência de seus direitos e se sente ofendida quando esses direitos são violados. Reage com extremismo muitas vezes. Mas reage. Não fica passiva diante de injustiças ou desrespeito de quem quer que seja. Se o governo aumentou a tarifa de ônibus e a renda não subiu na mesma proporção, tenha certeza que virá a resposta da sociedade argentina. Se o político roubou ou nada contribuiu depois de eleito, esteja certo que impune não ficará.
Essa marca fiscalizadora só é possível pela união do povo. São muito unidos. Nas cidades próximas à de Buenos Aires, como Haedo e Morón, os vizinhos se ajudam. É comum os residentes de algum bairro se unirem para reconstruir a casa de um vizinho que foi destruída por um incêndio. Existem também diversas associações de ajuda aos argentinos mais necessitados que realmente funcionam e contribuem para uma realidade melhor.
Dessa maneira, a violência não encontra espaço. O índice de criminalidade é reduzido, imensamente menor que o brasileiro. É difícil os noticiários mostrarem roubos ou homicídios. As manifestações estão muito mais presentes e algumas vezes extrapolam para a violência, precisando de repressão policial para contê-las.
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A Guerra das Malvinas entre Argentina e Inglaterra, na década de 80, uniu mais ainda o povo argentino. O confronto perdura até hoje, agora diplomaticamente. Os argentinos cobram do governo medidas diplomáticas que possam contribuir para tornar as Ilhas Malvinas território argentino.
Crédito da fotografia: Bruno Victor Dela Páscoa Toranzo
Crédito da fotografia: Bruno Victor Dela Páscoa Toranzo
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O "Café Tortoni" guarda muita história da cidade de Buenos Aires. A cafeteria já recebeu grandes personalidades ao longo de seus mais de cem anos, com destaque para Carlos Gardel. Possui um museu com fotografias e informações da história da cafeteria.
Crédito da fotografia: Bruno Victor Dela Páscoa Toranzo
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Crescimento com qualidade de vida
POR Bruno Victor Dela Páscoa Toranzo
A Argentina é um país inserido no modelo capitalista. Uma das economias mais importantes da América Latina e influente no mundo. Sua capital está entre as vinte maiores cidades do mundo. O PIB per capita tem uma média de mais de cinco mil dólares.
Com todos esses dados importantes, qualquer pessoa diria que o ritmo de trabalho argentino deve ser tão frenético quanto o ritmo brasileiro, mexicano ou estadunidense. Há um engano. Enorme engano.
É claro que a vida também é corrida. Argentinos vão e vêm sempre apressados. Como em toda nação, as pessoas precisam do trabalho, e o trabalho requer dedicação quase integral.
Mas lá o quase impressiona pelo tamanho. Os argentinos possuem mais tempo para passar com a família, descansando e aproveitando a enorme quantidade de praças floridas e bem conservadas. Se preferir, há também a possibilidade de assistir às peças de teatro, visitar os museus ou jogar uma partida de sinuca. As opções culturais são muitas. E todas com um preço bem acessível.
O costume da sesta é um bom exemplo dessa maior tranqüilidade de rotina. Dormir depois do almoço, teoricamente na metade do dia, é pratica comum entre os argentinos. Principalmente, nas cidades próximas à de Buenos Aires. O comércio nessas cidades pára por até três horas e só volta às quatro horas da tarde.
A população argentina evidencia que para fazer o país crescer não é preciso esquecer da qualidade de vida, colocando família e tempo de descanso em segundo plano, tornando-se estressada e com cara de poucos amigos. Pelo contrário, a verdadeira harmonia está quando crescimento e qualidade de vida caminham juntos.
POR Bruno Victor Dela Páscoa Toranzo
A Argentina é um país inserido no modelo capitalista. Uma das economias mais importantes da América Latina e influente no mundo. Sua capital está entre as vinte maiores cidades do mundo. O PIB per capita tem uma média de mais de cinco mil dólares.
Com todos esses dados importantes, qualquer pessoa diria que o ritmo de trabalho argentino deve ser tão frenético quanto o ritmo brasileiro, mexicano ou estadunidense. Há um engano. Enorme engano.
É claro que a vida também é corrida. Argentinos vão e vêm sempre apressados. Como em toda nação, as pessoas precisam do trabalho, e o trabalho requer dedicação quase integral.
Mas lá o quase impressiona pelo tamanho. Os argentinos possuem mais tempo para passar com a família, descansando e aproveitando a enorme quantidade de praças floridas e bem conservadas. Se preferir, há também a possibilidade de assistir às peças de teatro, visitar os museus ou jogar uma partida de sinuca. As opções culturais são muitas. E todas com um preço bem acessível.
O costume da sesta é um bom exemplo dessa maior tranqüilidade de rotina. Dormir depois do almoço, teoricamente na metade do dia, é pratica comum entre os argentinos. Principalmente, nas cidades próximas à de Buenos Aires. O comércio nessas cidades pára por até três horas e só volta às quatro horas da tarde.
A população argentina evidencia que para fazer o país crescer não é preciso esquecer da qualidade de vida, colocando família e tempo de descanso em segundo plano, tornando-se estressada e com cara de poucos amigos. Pelo contrário, a verdadeira harmonia está quando crescimento e qualidade de vida caminham juntos.
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Buenos Aires!
POR Bruno Victor Dela Páscoa Toranzo
Uma cidade preciosa. Uma cidade querida. Uma cidade única. A organização impressiona. Ruas limpas. Edifícios sem pichações. Não parece que somos vizinhos. Não parece que a cidade de São Paulo está tão próxima de Buenos Aires.
Conhecer a cidade é estar em contato com o passado e o presente simultaneamente. A paisagem varia entre o novo e o velho. Construções históricas, de arquitetura similar à de Roma, contrastam-se com os novos e inovadores edifícios, muitos deles localizados no bairro de Puerto Madero.
Essa convivência entre séculos de história e a modernidade permite ao visitante afirmar que Buenos Aires é uma cidade única. E o governo sabe dessa individualidade. A capital argentina está voltada para a atividade turística. O objetivo maior é fazer de tudo para facilitar a estadia dos turistas.
Os portenhos, habitantes da cidade de Buenos Aires, recebem com hospitalidade os estrangeiros. Estão sempre prontos a ajudar. Sabem da importância que os gastos estrangeiros têm para a economia do país.
Uma cidade preciosa. Uma cidade querida. Uma cidade única. A organização impressiona. Ruas limpas. Edifícios sem pichações. Não parece que somos vizinhos. Não parece que a cidade de São Paulo está tão próxima de Buenos Aires.
Conhecer a cidade é estar em contato com o passado e o presente simultaneamente. A paisagem varia entre o novo e o velho. Construções históricas, de arquitetura similar à de Roma, contrastam-se com os novos e inovadores edifícios, muitos deles localizados no bairro de Puerto Madero.
Essa convivência entre séculos de história e a modernidade permite ao visitante afirmar que Buenos Aires é uma cidade única. E o governo sabe dessa individualidade. A capital argentina está voltada para a atividade turística. O objetivo maior é fazer de tudo para facilitar a estadia dos turistas.
Os portenhos, habitantes da cidade de Buenos Aires, recebem com hospitalidade os estrangeiros. Estão sempre prontos a ajudar. Sabem da importância que os gastos estrangeiros têm para a economia do país.
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APRESENTACIÓN! BIENVENIDOS!
Hola, Brasil!
Uma pequena apresentação. Acredito que muitos sabem quem sou. Bem, meu nome é Bruno Victor Dela Páscoa Toranzo. Tenho 19 anos. Sou estudante de jornalismo da Universidade Metodista de São Paulo.
Fui para a Argentina há pouco tempo. Fiquei do dia 23 de junho ao dia 28 de julho deste ano. Uma experiência incrível. Momentos inesquecíveis. É impressionante como me encantou essa viagem. O contato com as tradições e os costumes do povo argentino serviu para perceber o quão especial são "nuestros hermanos".
Espero que aproveitem o conteúdo do blog.
Beijos para as mulheres e também para os homens!
(os argentinos não têm problema em se beijar)